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terça-feira, setembro 20, 2011

Metro Rio a serviço da cultura

A revista do Metrô do Rio que circula nesse mês, tenta homenagear o dia da Independência do Brasil, mas veja o "Samba do Crioulo Doido" que ficou.

sexta-feira, agosto 05, 2011

Dilma vai ser entrevistada na Bienal de livros

Rio - Dilma Rousseff é um dos destaques da 15ª edição da ‘Bienal do Livro’, que acontece de 1º a 11 de setembro no Riocentro. A presidenta é aguardada no primeiro dia do evento, em uma conversa com a jornalista Mônica Waldvogel. “É a nossa convidada especial, uma pessoa sempre ligada aos livros”, contou Sonia Biondo, curadora do espaço ‘Mulher e Ponto’’, em coletiva de imprensa na terça-feira.

A feira conta ainda com 23 autores estrangeiros e 150 brasileiros, e 950 expositores. Entre os internacionais, destaque para nomes como Anne Rice, Scott Turow, a cantora (e agora autora) Hilary Duff e Michael Connelly.

quarta-feira, maio 25, 2011

"Coincidências" na novela Cordel Encantado

Encontramos algumas semelhanças na novela Cordel Encantado com alguns clássicos da literatura. A saber:
(Clique na imagem para ampliar)


quinta-feira, maio 19, 2011

Momento rádio-relógio: Você Sabia?

1 - Nos conventos, durante a leitura das Escrituras Sagradas, ao se referir a São José, diziam sempre “Pater Putativus”(ou seja: "Pai Suposto”), abreviando em P.P. Assim surgiu o hábito, nos países de colonização espanhola, de chamar os “José” de "Pepe".
2 - Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história:
. Espadas: Rei David ( Israel )
. Paus: Alexandre Magno ( Grécia/Macedônia )
. Copas: Carlos Magno ( França )
. Ouros: Júlio César ( Roma )
3 - No Novo Testamento, no livro de São Mateus, está escrito " é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no Reino dos Céus "... O problema é que São Jerônimo, o tradutor do texto, interpretou a palavra " kamelos " como camelo, quando na verdade, em grego, "kamelos" são as cordas grossas com que se amarram os barcos. A idéia da frase permanece a mesma, mas qual parece mais coerente?
4 - Quando os conquistadores ingleses chegaram a Austrália, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo ( os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos ) e perguntaram qual o nome do bicho. O índio sempre repetia " Kan Ghu Ru ", e portanto o adaptaram ao inglês, " kangaroo" ( canguru ). Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "Não te entendo.
5 - A parte do México conhecida como Yucatán vem da época da conquista, quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse lugar, e o índio respondeu "Yucatán ". Mas o espanhol não sabia que ele estava informando “Não sou daqui”.
6 - Existe uma rua no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, chamada "PEDRO IVO". Quando um grupo de estudantes foi tentar descobrir quem foi esse tal de Pedro Ivo, descobriram que na verdade a rua homenageava D Pedro I, que quando foi rei de Portugal, foi aclamado como "Pedro IV" (quarto). Pois bem, algum dos funcionários da Prefeitura, ao pensar que o nome da rua fora grafado errado, colocou um “O” no final do nome. O erro permanece até hoje.

Acredite se quiser...

segunda-feira, setembro 07, 2009

Quadro do Grito da Independência é obra da imaginação do pintor

A imagem de D.Pedro I às margens do Ipiranga, montado num cavalo, segurando uma espada e gritando "Independência ou morte!" em meio a uma enorme comitiva é conhecida por quase todos os brasileiros que estudam um pouco da história do país. Mas nem todos sabem que essa cena foi, na verdade, criada por um homem: Pedro Américo, o pintor do quadro "Independência ou Morte", hoje exposto no Museu Paulista (mais conhecido como Museu do Ipiranga), em São Paulo.

A imagem que consagrou o 7 de Setembro é verossímil, mas não relata com exatidão o ocorrido no Dia da Independência. "Foi uma cena produzida pela imaginação do pintor. O próprio Pedro Américo reconheceu que seria impossível fazer uma relação entre a pintura e o episódio. Não apenas porque havia uma grande diferença de tempo [a tela foi pintada em 1888, e a Independência ocorreu em 1822], mas também porque não seria possível reconstituir minuciosamente o acontecido, faltavam relatos", explicou em entrevista ao G1 a historiadora e professora da USP Cecília Helena de Salles, coautora do livro "O Brado do Ipiranga".

As diferenças são significativas. Primeiro, não era comum usar cavalos, mas sim mulas, para fazer o trajeto da Serra do Mar. Os uniformes também eram galantes demais para o tipo de viagem que D. Pedro I estava fazendo. Sua comitiva também nem era tão numerosa - no máximo levava 14 pessoas. "A pintura histórica retrata o episódio de maneira grandiosa, e Américo criou toda uma situação na tela para ressaltar esse aspecto", diz a professora Cecília. D. Pedro I estava voltando a São Paulo quando recebeu documentos vindos de Portugal e, depois de os ler, declarou o Brasil independente.

quinta-feira, setembro 03, 2009

Collor é eleito para a Academia Alagoana de Letras


O presidente da Academia Alagoana de Letras, bispo Dom Fernando Iório, afirmou que o senador e ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL) foi eleito para a academia porque tem "enorme dom da síntese".

quinta-feira, junho 18, 2009

Livro escolar de São Paulo traz mapa do Brasil com erro

Um livro escolar distribuído para a rede pública de ensino de São Paulo traz um mapa do Brasil com os estados do Amapá e do Pará como se fossem um só.
Se uma criança desenhasse um mapa assim, certamente seria reprovada.

quarta-feira, junho 17, 2009

Ajudando a entender a Língua Portuguesa

Palavras ou expressões homófonas são aquelas que têm a mesma pronúncia, porém com significados diferentes.
Exemplo: